sábado, 26 de fevereiro de 2011

Educar é fazer crescer!

Quando se fala em educação e cultura, é comum que nos venha à mente aquela concepção de que educar é estabelecer uma relação hierárquica na qual os educandos são seres inferiores e depedentes. A cultura, por sua vez, costuma ser associada à erudição, à educação formal, desconsiderando a sabedoria que emana do povo, de seus folguedos, cantigas, brincadeiras e até mesmo da culinária.   
A noção de progresso, tão difusa em nossa sociedade, fez com que passássemos a nos categorizar em mais (ou menos) civilizados e levou à desvalorização dos conhecimentos ancestrais. O modelo de educação formal mais corrente atualmente é focado na técnica, no aprender mecanicamente e desconsidera o indivíduo em sua integralidade.
Assim, os pais delegaram sua função de educar (no sentido de transmitir valores) à escola e as escolas se transformaram em lugares nos quais o último interesse é evoluir. Ser melhor que o outro (e isso inclui até vestir uma roupa mais cara) geralmente é o objetivo principal. E o pior é que não são raras as ocasiões em que a própria instiuição promove a competição em vez da colaboração.
Consolidar um novo paradigma educacional capaz de expandir os horizontes, que considere a capacidade criativa de quem está aprendendo e valorize o senso crítico são um ponto fundamental para fazer brotar uma sociedade mais livre e capaz de conviver com as diferenças. Para que isso aconteça, a educação no seio familiar deve ser aberta ao diálogo, baseada no amor e na compreensão. A realidade social é um ciclo que pode ser modificado. Somente cidadãos formados com base na ética, no questionamento e na consciência de que faz parte de um coletivo farão a educação um instrumento real de formação, e não de deformação do ser humano.
A proposta do Holos é, também, valorizar e divulgar a cultura e a educação em suas diversas formas de expressão!   

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