sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A COP-17 e a certeza das incertezas

As conferências climáticas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) dividem opiniões dentre diversos setores da sociedade. Entre os movimentos sociais, sobretudo aqueles ligados às causas ambientais, há quem veja com otimismo essas reuniões e também quem duvide de sua efetividade. O fato é que, em geral, as conferências terminam sem resultados concretos e às vezes retrocedem nas diretrizes internacionais de meio ambiente. Aliás, a única coisa certa é a exposição garantida para quem quer lucrar com novos sistemas/tecnologias voltados para a área: como os olhos do mundo estão voltados para estes eventos, eles se tornam a grande vitrine do ecocapitalismo.
Diante disso, a Via Campesina, movimento internacional formado pelo agricultores(as) familiares e camponeses(as) lançou, paralelamente à 17 ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP17), em Durban (na África do Sul) um documento intitulado "Declaração da Via Campesina em Durban". Dentre as reivindicações, destaca-se o repúdio ao mercado de créditos de carbono e a agroecologia como alternativa sustentável ao aquecimento global. Para conferir o documento na íntegra, clique aqui!

Para entender a COP 17, acesse:
Conferência do Clima: a ciência foi deixada de lado

0 comentários:

Postar um comentário